Sobre tesouro direto
O Tesouro Direto é o programa do governo federal para venda de títulos públicos a pessoas físicas. É considerado o investimento de menor risco do mercado brasileiro porque é garantido pelo Tesouro Nacional — quem 'quebrar' antes dele é toda a economia do país.
Existem três grandes famílias de títulos: o Tesouro Selic (acompanha a taxa básica de juros, sem volatilidade no curto prazo, ideal para reserva de emergência), o Tesouro IPCA+ (rende inflação + uma taxa fixa, protege poder de compra no longo prazo) e o Tesouro Prefixado (taxa fixa conhecida na compra). Há ainda o Tesouro Renda+ e Educa+, voltados a aposentadoria e educação dos filhos.
Investir é simples: basta abrir conta numa corretora autorizada (a maioria não cobra taxa de custódia), transferir dinheiro e comprar pelo home broker. Mínimo de R$ 30 em algumas opções.
Perguntas frequentes
Qual o melhor Tesouro Direto para começar?
Para reserva de emergência: Tesouro Selic (liquidez diária, sem volatilidade no preço). Para metas de longo prazo (5+ anos) com proteção contra inflação: Tesouro IPCA+. Quem está começando geralmente prefere Selic primeiro.
Como o Tesouro Direto é tributado?
IR regressivo: 22,5% se vender em até 180 dias, caindo para 15% após 720 dias. Há também IOF nos primeiros 30 dias. Ambos são descontados automaticamente na venda.
É possível perder dinheiro no Tesouro Direto?
No vencimento do título, não — você recebe o combinado. Antes do vencimento, o preço pode oscilar (especialmente IPCA+ e Prefixado) e venda antecipada pode dar prejuízo. Tesouro Selic praticamente não tem esse risco.
Tesouro Direto rende mais que poupança?
Quase sempre sim. Poupança rende ~70% da Selic, enquanto Tesouro Selic rende ~100% da Selic. Em períodos de juros altos a diferença é grande — em juros baixos é menor mas ainda existe.














